Cólica menstrual

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Cólica menstrual é uma dor na região da barriga chamada popularmente de baixo ventre ou de hipogástrio no jargão médico. Manifesta-se de forma regular durante o período menstrual.

Também denominada de dismenorreia, tem graduação de leve até incapacitante. Pode ser de origem primária, decorrente apenas da liberação das prostaglandinas, substâncias que contraem o útero.

Quando existem determinantes, enquadram-se como dismenorreia secundária, afirma Luiz Gustavo Brito, professor livre docente do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

“Por exemplo, a endometriose é causa secundária de cólica, pois, em geral, piora gradativamente de intensidade. Outras questões indutoras podem ser adenomiose, infecções e miomas.

Estatísticas indicam que cerca de 50% das mulheres venham a apresentar tal queixa. Sintomas característicos são enjoos, diarreia, vômitos, cansaço, indisposição.  As vezes, pode estar associada a tensão pré-menstrual.

Luiz Gustavo Brito lembra que o papel do médico é de extrema responsabilidade para compreender com exatidão a queixa, a intensidade, o tempo de sintomas, o que já foi feito para tratar, o impacto na qualidade de vida.

“O exame físico com a avaliação do abdome e da região genital deve complementar às hipóteses pensadas com base na história da paciente. Ultrassom pode ser considerado a depender das causas consideradas. A partir daí, tratamento com inicia-se o tratamento medicamentoso.

Constipação

Já a constipação é uma doença que leva à alteração da frequência do intestino, deixando as evacuações ficam mais espaçadas, assim como provocando maior dificuldade para a a eliminação das fezes. Acontece principalmente por alimentação inadequada (dieta pobre em fibras, menor ingestão de líquidos), doenças neurológicas, hábito inadequado de defecar, diabetes, hipotireoidismo, uso de analgésicos opioides, antidepressivos, anticolinérgicos, abuso de laxantes, defecação desordenada.

Um terço da população apresenta constipação, sendo mais comum entre as mulheres (37%). Outros fatores de risco são cor não-branca, idade avançada, menor consumo de fibras alimentares, acentua Luiz Gustavo Brito

“Aumentar a dieta com bom teor de fibras, ingestão adequada de líquidos (exceto refrigerantes e chá) e aumento da atividade física podem ser soluções”.

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