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Insônia na mulher

Nem sempre as pacientes levam o problema ao consultório. Só quando indagadas pelo ginecologista se têm problemas relacionados ao sono, elas confirmam. Insônia é problema sério e jamais pode ficar em segundo plano, é bom alertar a todos. Uma noite bem dormida faz toda a diferença para a prevenção de doenças cardiocerebrovasculares (AVC, arritmias, infarto), metabólicas (obesidade, diabetes e prejuízo no crescimento), prejuízos da atenção e sonolência excessiva diurna – com risco de acidentes, dificuldades de aprendizado, memória e cognitivas em geral, transtornos na regulação imunológica, transtornos do humor e do comportamento, só para citar alguns exemplos.

Há diversos tipos de insônia/distúrbios do sono, que podem aparecer em diferentes fases da vida da mulher.

“Na puberdade, na menarca, durante o período reprodutivo, quando há oscilações hormonais do ciclo menstrual e no climatério”, afirma Elizabeth Jehá Nasser, presidente da Regional ABC. A insônia pode se fazer presente na síndrome pré-menstrual, na menopausa e na senescência, por vezes caracterizada como dificuldade em adormecer.

O sono ocupa cerca de um terço da vida de uma pessoa e, se desregulado, pode causar alterações no ciclo menstrual, na pressão arterial, glicemia etc. É em meio ao sono que o cérebro faz a desintoxicação de todo estresse e acúmulo do dia, para relaxar a mente e o físico também. Dormindo bem, reduzimos níveis de ansiedade, de depressão, entre outros distúrbios de saúde.


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Naor Coelho

Naor Coelho, administrador de empresa, jornalista e o diretor responsável pelo Fatos do Iguaçu

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