Agora vai

Dizem os pessimistas que no Brasil tudo começa depois do carnaval, e ele já foi e pode-se dizer que os dois primeiros meses de 2018 também já se foram. E é preciso ficar atento, pois os dias, semanas e meses passam muito rápido, quando se vê, já é dezembro de novo. Se descuidar um pouco, já está fazendo cinco anos de casado, o filho, que ontem tinha um ano e balbuciava as primeiras palavras já está indo para o primeiro ano de escola, o projeto de faculdade fica na gaveta e que, nos quatro anos que poderia concluir o projeto passaram e só ficou no projeto.

É preciso cuidar e muito, pois quatro anos que parecem muito, quando se vê já foram. Um mandato de quatro anos parece muito tempo, mas, de repente, já se está no segundo ano dele e mais um pouco ele se foi, por isso, quem de fato quer fazer, não pode se enrolar, tem que agir e tomar atitudes logo, inclusive as mais amargas, quanto antes forem tomadas, mais tempo se tem para mostrar como era importante tê-las tomado.

Quatro anos é tão rapidinho que parece que foi ontem que nós brasileiros amargávamos um 7X0, e olha a Copa do Mundo já está ai de novo. Junto com ela, vem as eleições para deputados, governador, senadores e presidente da república. Passa rapidinho, mas, em quatro anos, pode-se fazer muitas coisas boas ou, destruí-las.

Assim, além de torcer pelo Brasil na Copa do Mundo é essencial que todas as pessoas tirem um tempo nessa correria diária para pensar, refletir e decidir que país queremos, e começar a trabalhar por ele com um voto consciente que supere a mesquinharia, as cores das bandeiras partidárias, as ganâncias e corrupções. Para isso, é preciso votar consciente e  ter atitudes e ações que levem ao bem comum e que supere, ou melhor, acabe com o famoso “jeitinho brasileiro”. Porque é preciso, ou melhor, é essencial começar a derrubar, a anular os políticos corruptos, mas, na mesma proporção, é preciso identificar na sociedade os empresários, trabalhadores, profissionais liberais, médicos, professores, policiais, juízes, promotores enfim, aqueles que são corruptos na sociedade, nas suas ações profissionais e também isolá-los, prendê-los, mostrar que não se aceita mais a corrupção de modo algum.

É claro que uma sociedade não muda de um dia para outro, nem  em uma única eleição, mas, cada dia, cada semana, mês, ano e ou mandato é a oportunidade para se construir uma sociedade mais justa e igualitária.


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