UM DIA DEPOIS DO OUTRO

[1] Nesses tempos em que vivemos, onde todos se divertem num e noutro bandeiraço, devemos nós, também, nos divertir sem, é claro, nos esquecer de carregar sempre conosco um livro debaixo do braço.

[2] Ver um presidente eleito, pronunciando-se em rede nacional, de modo simples e direito, tendo em suas mãos a Bíblia, a constituição, uma biografia de Winston Churchill e um livro do professor Olavo de Carvalho, meu velho, não tem preço.

[3] Que Deus abençoe o Brasil. Que Deus cubra de graças cada um dos brasileiros. Que o Altíssimo derrame sobre todos nós o discernimento necessário para exorcizarmos da alma nacional tudo aquilo que avilta o bom senso e a dignidade humana. Que o Sapientíssimo infunda em cada um de nós as virtudes indispensáveis para lutarmos o bom combate, para sermos dignos das promessas de Nosso Senhor e, dentro de nossas limitações, possamos ajudar a construir um país melhor. Enfim, que o Rei dos reis nos guia pela senda reta para sermos, em cada momento e com todos, pessoas dignas, prestativas e boas.

4] Não nos esqueçamos que o projeto de poder marxista, com suas inúmeras cabeças de Hidra, não será derrotado num único combate. Lembremos que a derrota começa quando menosprezamos o adversário. Não façamos isso. A boa luta não terminou. Ela está apenas começando.

[5] De minha parte, considero muito importante a vitória de Jair Elenão. Muito mesmo. Mas, a meu ver, muito mais interessante que a sua vitória é a maneira como ficou o Congresso Nacional. Não pelo simples fato de que inúmeras novas carinhas apareceram no parlamento. Não por isso. Mas pelo fato de que muitos desses rostos novos, que irão aparecer na TV Câmara a partir de 2019, são de ex-alunos e de alunos do professor Olavo de Carvalho o que, por sua deixa, elevará os debates a um novo patamar. Isso sem falar das Assembleias Legislativas dos Estados da Federação. Realmente, algo muito precioso está acontecendo em nosso país. E não é à toa que a esquerda tenha tanto ódio e medo do velhinho da Virgínia. Ódio do bem e medo democrático, é claro, mas tem. Como tem.

[6] A assim rotulada polarização política é algo muito bom. É o que penso e te digo a razão disso. Pela primeira vez em nosso país quem impôs a pauta das discussões políticas não foram os marqueteiros, nem os intelectuais de gabinete. O que pautou o debate nesse pleito foram os interesses e as preocupações da maioria silenciosa que, de fato – não sei se de vez – encontrou canais através dos quais pôde manifestar o que pensa sobre o presente e dizer o que anseia para o futuro. E isso, meu caro Watson, é o que realmente assusta as raposas políticas tradicionais, desnorteia os militantes de carteirinha e, principalmente, escandaliza os intelectuais orgânicos, que não foram consultados por essa multidão que não mais se faz silente.

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