Você sabia que o sabiá sabia assobiar? Pois é. Essa é uma típica pergunta de tiozão, esteja ele utilizando o whatsapp ou não. Isso sem falar nos trocadilhos infames que, lá pelas tantas, e de forma inadvertida, acabam sempre aparecendo maliciosamente no meio de uma conversa.

E o pior não é isso não. O pior é que os abençoados, como seu Tibúrcio, não perdem a oportunidade de maliciar qualquer coisa que você diga. Segundo ele, seu Tiba, isso é uma arte milenar sem muitos mistérios. Basta apenas que procuremos dar uma ênfase maliciosa, ao final de uma frase qualquer que seja dita por seu interlocutor, e pronto: a sacanagem está feita. Hum! Do seu interlocutor. Entenderam? É claro que sim. Você, amigo leitor, é um cabra inteligente. Dito isso, vamos ver como funciona esse trem pra lá de melindroso.

Todos nós já ouvimos algum caboclo dizer aquela sentença que afirma, de forma majestosa, que todo poder emana do povo. Mas, espere aí, todo poder, aqui nessas terras de Botocudos, emana do povo ou mama nele? Fica aí a pergunta que não quer calar [Hum! Que não quer calar]. Sigamos em frente.

Curiosamente, falando-se em povo, temos o pobre e sofrido povo cubano que continua agonizando sob a borduna da “democracia democrática marxista caribenha”. Tal agonia já dura mais de sessenta anos e, nos últimos dias, como todos sabem, houveram incontáveis protestos em toda ilha cárcere. Protestos esses que seguem acontecendo, mas que, infelizmente, não sabemos exatamente o que está acontecendo porque, “sacumé”, Cuba, enquanto uma “democracia plenamente democrática” não permite que exista essa tal de livre circulação de informações e, é claro, de pessoas, porque tais liberdades, segundo especialistas da ilha, seriam coisas de fascista e demais reacionários.

Falando-se em pessoas, o que ultimamente apresenta-se de forma estarrecedora é o silêncio sepulcral da picorrucha da Greta Thunberg que, até o momento, não falou nem um “A” – com aquela carinha mimada, tratada na base do leite de soja com pera – sobre as milhares de crianças Cubanas que estão tendo sua infância e sonhos roubados pelo Partido Comunista Cubano que, “democraticamente”, impôs sobre a ilha uma ditadura que já passou da hora de se aposentar. Mas, há quem diga que ela, “a ditadura democrática cubana”, não irá se render ao peso da bengala popular. [Da bengala popular].

Falando em popularidade, temos Lula, o ex-presidiário que, devido a uma manobra jurídica e política [ma-ra-vi-lho-sa] irá, limpinho, concorrer no pleito eleitoral de 2022 para presidente da bagaça nacional. E não nos esqueçamos que, na cabeça de muitos, manobra jurídica e malabarismos políticos, quando beneficiam o seu malvadinho preferido, seriam tão só e simplesmente a expressão cristalina e decantada de uma justiça supra divina. [Hum! Decantada].

O homem é tão popular, mas tão popular mesmo que, segundo as pesquisas de intenção de voto, ele já estaria eleito; porém, todavia e, entretanto, o homem mais popular do Brasil não pode sair às ruas e não consegue reunir mais do que “meia-dúzia” de militantes amestrados para suas manifestações analógicas e virtuais [na forma de lives].

Aliás, seu primeiro clipe de campanha [fora do período eleitoral, lembremos disso] foi um sucesso. Um sucesso de deslikes, tamanha é sua credibilidade frente à população. Talvez isso ocorra, segundo alguns especialistas, pelo fato de que ele, Lula, seja um candidato “trans”. Isso mesmo. Transpopular.

Diante disso, penso que ficam mais ou menos claras as razões que levaram o PT a entrar com tudo no STF, essa corte tão celestial quanto ilibada, contra o decreto do Estado de Santa Catarina que proíbe o uso da linguagem de gênero. [Hum! Eles entraram com tudo].

Em se falando de eleições, tivemos uma que foi realizada de forma “transdemocrática” nesses últimos dias. O fato ocorreu junto às urnas da UNE. Quer dizer, não foram nas urnas. Na verdade, não sei onde foi que isso ocorreu. Enfim, o que sei é que a UNE “elegeu” sem eleições uma nova presidente [ou presidenta]. Seu nome é Bruna Brelaz e, por coincidência das coincidências, é do UJS – União da Juventude Socialista – e, democraticamente, defende a criação de uma Frente Ampla [Hum! Frente Ampla] para derrubar o presidente tirano, Jair Bolsonaro, que, entre outras coisas, ousou oferecer aos estudantes brasileiros uma carteira estudantil gratuita, em substituição àquela que era vendida de forma revolucionária pelas hostes da UNE. Mas, graças a Lênin, as forças [demo]cráticas da UNE não permitiram esse absurdo.

É muita palhaçada, mas, uma palhaçada democrática e cheia de empatia e de espírito revolucionário, segundo os participantes.

Tendo isso em vista, lembremos que nessa semana que passou o youtube removeu, democraticamente, vários vídeos do Presidente antidemocrático Jair Bolsonaro, alegando que seus vídeos estavam violando as “inquestionáveis” e “claras” regras da comunidade do “Foicebook”. [Hum! Violando]

Diante de acontecimentos como esse, sou franco em dizer que não ficarei nem um pouco impressionado se no ano que vem nós formos informados de que Bolsonaro será banido das redes sociais, juntamente com muitos de seus apoiadores e simpatizantes, como ocorreu com Donald Trump. Claro que tal censura ocorrerá democraticamente e, sem redes sociais, a velha mídia ficará gostosamente à vontade para controlar a narrativa e possivelmente irá, em nome da liberdade de expressão, atirar numa espiral de silêncio todos aqueles que ousarem questionar “livre pensamento” que apenas pode ser considerado livre e pensante, com direito de existência, se for checado e confirmado por eles próprios.

Em se falando a respeito de palhaçadas, temos a CPI que, até o momento, patina em suas próprias articulações desarticuladas. Não irá demorar muito e ela irá naufragar em seu próprio veneno. Quer dizer, não sei. Tudo é possível em uma terra onde quem tem toga investida por assembleia senatorial é mais, muito mais do que um rei.

Seja como for, enquanto os aloprados babam na gola de suas camisas Armani, a Polícia Federal está realizando mais de cem operações para investigar os desvios de grana que foram realizados por inúmeros Estados e Municípios durante a pandemia da peste chinesa; desvios de recursos que foram enviados pelo governo ditatorial sem empatia e, ainda por cima, Federal, para atender o povo brasileiro. Estima-se que a cifra dos valores que foram desviados pelos governos de Estados e Municípios seria algo em torno de R$ 3,2 bilhões.

Abre parêntese: “Sacumé”, para essa gente tudo vale a pena, pouco importa se a propina é grande ou pequena. Fecha parêntese.

E, ao que tudo indica, tais desvios não são, de jeito maneira, do interesse da Comissão Parlamentar de Inquérito atualmente instalada e, talvez não o seja, porque o interesse de muitos de seus integrantes, de fato, não é esse. [Hum! Não é esse].

O que realmente interessa para muitos membros da referida CPI é o depoimento do senhor Luis Miranda que acusou o presidento ditador de prevaricação; senhor esse que, diga-se de passagem, está sendo investigado pela Polícia Federal por denunciação caluniosa [Hum! Denunciação] contra o Presidente da República. Bah! Que papelão.

Bem provavelmente, também, a tal CPI, a tal da UNE, do STF, dos cidadãos criticamente críticos e das tais pessoas limpinhas, também não estão nem um pouco interessadas em saber qual é a real origem do vírus que provoca a peste chinesa. Aliás, o Partido Comunista Chinês, que governa “democraticamente” a China desde 1949 – com tanques e campos de concentração [digo, de reeducação] – se nega a colaborar com a segunda fase de investigação da OMS, pois, tal investigação, segundo o porta-voz das relações exteriores da Ditadura Democraticamente Democrática da China, Zhao Lijan, seria uma manifestação de desrespeito à ciência. Realmente, um tremendo desrespeito. Um desrespeito que, ao que tudo indica, não terminará tão cedo não.

Enfim, que a palhaçada continue, mas que, ao menos, tenha um cadinho de graça.

Fim.

Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela

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