O binômio simplicidade e pragmatismo são bem presentes em nossa vida e nas nossas pregações, desde os tempos de antanho e de professor de Educação Moral e Cívica, no hoje Colégio Mário Evaldo Mórski.
Sobre a simplicidade já fizemos um enfoque específico, publicado na edição física nº. 93 do Jornal “Fatos do Iguaçu” do dia 40/04/2001.
O que nos inspirou a voltar a fazer enfoque específico sobre simplicidade, foi a ter um informe de que Albert Einstein, não teve e não teve e não dirigia veículos, e andava de bicicleta, e que uma Miss da Inglaterra do ano de 2022, de nome Melisa Rouf, participou do certame de beleza, sem maquiagem.
Nos meus tempos de Faculdade de Direito em Ponta Grossa, muitos informes de que muitos gênios, mestres, doutores europeus e de outras plagas, a regra era vida e coisas simples em suas vidas, uns com terninhos surrados pelo tempo, e poucas peças de roupas, principalmente preciosas lições do saudoso professor Jugurta Gonçalves Pereira, que era um expert em mitologia grega e muito culto, e que tanto cultura tinha até dificuldades de dar aula sobre a matéria que ministrava. Dessa linha e influência também me tornei fã de carteirinha de Ariano Suassuna, que me lembra muito de simplicidade.
Nas nossas vida infelizmente nos deparamos muito com complicações como de se criar dificuldades, embaraços, burocracia, formalidades exacerbadas para as coisas, desperdícios, extravagâncias, falta de manutenções, incoerentes luxo e ostentações por “aparências”, querer aparecer.
Nada contra: elegância, luxo, mordomias, mansões, carrões, mas se tem que ter estrutura para bancar.
Em função desse contexto, não é demais refletirmos sobre o que já disseram algumas celebridades da nossa história.
“A simplicidade é o último grau de sofisticação”. (Leonardo da Vinci);
“É a simplicidade que torna os incultos mais eficazes do que os instruídos ao se dirigirem a públicos populares.” (Aristóteles);
“Quereis prevenir delitos? Fazei com que as leis sejam claras e simples.” (Cesare Beccaia Bonesana, jurista, filósofo e economista milanês, que viveu anos de 1738-1794);
“Não quero ser o grande rio caudaloso que figura nos mapas. Quero ser o cristalino fio d’água, que canta e murmura na mata silenciosa.” (Helena Kolody, poetisa de Cruz Machado, que viveu nos anos de 1912-2004).
“Tudo pode ser feito tão simples quanto possível, mas não mais simples.” (Albert Einstein, físico alemão que viveu nos anos de 1879-1955);
“As soluções simples são sempre as melhores.” (Professor Otávio Gouvêa de Bulhões).
“Meu primeiro dever estar em realizar coisas simples como se fossem grandes e nobres.” (Helen Keller, que legou prenome a minha filha).
O pragmatismo é uma doutrina filosófica que se baseia na verdade do valor prático. Uma pessoa pragmática é aquela que busca resolver seus problemas de maneira ágil, prática, que visa mais as soluções do que os obstáculos.
E se aliando simplicidade com pragmatismo as coisas ficam ainda mais eficazes e eficientes e da linha dos valores úteis e econômicos.
E não é à-toa que vivemos rodeado de simplicidade, em espaços físicos, veículos, utensílios, vestuários e tudo mais com zero de dívidas e inadimplências, e como SER LIVRE, sem amarras, com algum poder e moral de combater: desperdícios, extravagâncias, luxos e ostentações incompatíveis, incoerências patrimonial, econômica e financeira e males do gênero.
(Francisco Carlos Caldas, advogado, municipalista e CIDADÃO).









