O Irã, devido a sua ira neste momento, poderá dar um cessar fogo diferente aos americanos, caso não cheguem a um consenso repleto de reconhecimento do poderio bélico e de soberania das suas respectivas nações, por conta própria. Portanto, se resolvam por si. Não há necessidade de nós, brasileiros ou latinos, entrarmos nesse conflito.
Se tratando de abrir ou fechar a força o estreito de Ormuz, me pergunto: Por que nós, brasileiros, ou sul americanos, comprarmos também essa briga? Defenderemos com fervor nossa Pátria, como diz na letra do nosso próprio Hino, em sua homenagem. Proteger, sim. Mas respeitar as demais soberanias. Na verdade somos sujeitos de paz, sem querer condecorações. Está no sangue do nosso povo.
E isto já é um prêmio, para nós! E outra: os nossos cartuchos só dá para uma salva. Mas muitos presidentes,latinos, ou que almejam o cargo, apoiadores da colônia Viking, não enxergam isso e insistem entrar nesse conflito. Com o Brasil, hoje, acredito que seja mais fácil de negociar essa passagem, caso precisarmos. Temos diplomacia e carta branca. É claro que a crise do petróleo se instaurou e o mundo precisa da liberação desse caminho para a economia andar. Temos o produto bruto, mas por alguns fatores, ainda não temos refinarias Mas “quem pariu Mateus que o embale!”. Foi uma provocação desnecessária.
Desencadeada por uma paixão por guerra. O Oriente Médio vive em guerra entre fronteiras de seus países a décadas, a séculos, dependendo da região. Mas só agora atingiu os Estados unidos dessa forma. Mas a nossa relação, continua de forma tranquila. Apesar de o Irã acredito eu, ter uma magoazinha dos governantes Brasileiros. Mas isso passado. Acredito que não vai se desencadear ou acentuar uma crise comercial com nosso país. Não sei se alguém, lembra? Quando um navio iraniano, aportou para carregar um de nossos produtos de exportação, milho, em 2019. E a mando do desordeiro, mandão em terras alheias,que baixou uma ordem à Petrobrás de não abastecer o navio, já carregado para seguir viagem de volta.
O mesmo ficou ancorado por 50 dias, no Porto de Paranaguá. Porque a empresa petrolífera, por medo de “sanções americanas”,e desalinho com o então presidente brasileiro, obedeceu. Até que o STF interveio. Mas voltamos a negociar com eles. Nossos maiores compradores de cereais, cerca de 2, 9 bilhões de dólares em negócios . E nos vendem fertilizantes. Pois o agronegócio é o nosso “Souvenir”. E o que de uma certa forma nos sustenta, nos momentos de crise como esta. Se ocorrer um desafeto, com alguma nação, tem de ser por nós mesmos. Pois é. E naquela noite de quarta feira, por ser 1° de abril, Trump fez um decepcionante e ludibriante discurso ao mundo, que esperava mais.
Mas se restringiu em falar dos feitos belos dos governos americanos. Suas especialidades, já citadas. Para analistas, com aquela boquinha de madame francesa, expressando zombaria aos que acha, que são seus subordinados. Com aquelas mãos reumáticas, não menosprezando nossos queridos idosos. Em tons autoritários e provocadores, gesticula freneticamente como se sua fala não fosse o bastante, para convencer os interlocutores. Mas com efeito, nos dias seguintes, caiu diante do inimigo,das arábias, ou próximo. Porém sempre atirando. Falando dos feitos das guerras de outrora, novamente intimidando o mundo inteiro. E acredito que o Irã, infelizmente, não desistirá tão fácil, já que o incitaram para o “levante”.
Enquanto não fizerem a americanos, por efeitos de guerra, o que os americanos fizeram covardemente com a população japonesa em agosto de 1945.Não irão sossegar. Eles mataram o seu líder, político e religioso, não foi um cidadão comum, ou um manifestante. E o pior, que continuam ameaçando a dizimar a população iraniana, num piscar de olhos. Para quem conhece a personalidade desse povo e para quem vive nesses conflitos a melhor defesa é o ataque. É só a Misericórdia de Deus, para interceder e revogar, neste momento. Porque por mentes humanas, por quem deveria, está difícil. Pois como todos nós sabemos, do que aconteceu no fim da primeira metade do século passado. Ficou para história o tal requinte de crueldade e rastro de destruição nas cidades japonesas, que a Little Boy e a Fat Man causaram.
Mas só assim acalmou os ânimos do imperador Hirohito, que herdou o trono japonês, aos 25 anos, e que era outro ,que se achava dono do mundo. E em tudo, estava envolvido, pois se acreditava ser uma potência bélica e de inteligência na Ásia, perante os demais países, com eles em desafeto. E o mesmo não esperava por aquilo. Pois estava dominado pela sua mentalidade, cometendo os mesmo crimes, desses lideres atuais, desconhecendo o lado reverso, não materializando o que é uma guerra, como fora aquela. Acredito, nos dias atuais se precisar, brigar para defender seu povo, naturalmente, brigam! Mas quase ninguém vê mais,o Japão envolvido em conflitos violentos. Passaram a investir pesadamente em educação e tecnologia de ponta. Mas caso essa se finde em paz, sem mais delongas e mortes de inocentes.
É a nossa esperança. Também esperamos não ver mais, países, continentes, passar por essas dolorosas experiências que esse povos, essas lideranças passaram, para enfim, aprenderem. Pois, hoje, para crescermos como,cidadãos, almejando uma nação avançada, seguramente, deveríamos seguir esses seus exemplos! Pois o mesmo líder que desencadeou a tragédia de Hiroshima e Nagasaki, ajudou o Japão a se levantar no pós guerra. Lideres japoneses, inclusive o imperador, tiveram a hombridade de assinar a rendição, dias depois, aceitando a fatídica derrota política global. As coisa podem ser amenizadas. Até então evitadas. Mas continua a dizer que vai dizimar a população na região do seu desafeto. Mas é baile que não amanhece.
A sua moral já caiu diante das demais nações que confiavam não só nele, mas na saga americana diante o mundo. O Irã quer o fim dos conflitos, desde que aceite suas sanções e respeite seu espaço, como as de outras nações. Porque já estamos cansados de ver tanta coisa ruim, tanta desgraça de um povo. Pois este episódio, mais uma vez indicou que não leva ao nada, a lugar nenhum, a não ser a destruição. É o fim dos tempos! Passou agora a insultara religião e a liderança Católica Apostólica Romana.
Não estou me comparando ao Pontífice. Mas o Papa tem a mesma visão que eu tenho e acredito que muitos cidadãos têm dele, com relação aos mais desfavorecidos. Trump está tendo a oportunidade, de salvar seu povo, talvez até a humanidade. Mas está se recusando a fazer o dever de casa, ou seja, cumprir suas obrigações, com a sua palavra, já assinando a rendição, daqui em diante agir dentro de suas prerrogativas, por conseguinte, deixar alucinações de ser um dom Quixote, quando na verdade, desde o inicio desse conflito, é um Sancho Pança, do Benjamim Netanyahu. Se o Irã não obedece aos Direitos Humanos. Verdade. Mas no mundo inteiro se pratica essas transgressões, nas mais diferentes formas. E ficam impunes, esquecidas.
Enfim, o então presidente americano, deverá se guardar na sua insignificância discursiva, cuidar do seu país, dentro do seu perímetro, político geográfico, abandonar as suas expedições,assentindo, que o mundo hoje está mudado. Não existem mais sujeitos passivos. Mesmo que ele continue acreditando piamente, que a sua palavra de personagem de Nobel da paz, pelo mundo, ainda é válida e que os Estado Unidos da América, continua sendo uma hegemonia, que já fora.
Edmilson Siqueira Caldas
Professor, músico e escritor.









