Quarta-feira, 26 de agosto de 2026
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Golpes virtuais fazem novas vítimas em Pitanga e Prudentópolis

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Golpes virtuais fazem novas vítimas em Pitanga e Prudentópolis

Redação Portal Fatos do Iguaçu com Ascom/16BPM


Casos de estelionato na modalidade fraude eletrônica foram registrados neste sábado (31) nos municípios de Pitanga e Prudentópolis, envolvendo principalmente o uso indevido de aplicativos de mensagens, envio de códigos de verificação e transferências via Pix.

Em Pitanga, duas ocorrências foram atendidas pela Polícia Militar do Paraná ao longo do dia. No bairro Guará I, um homem de 62 anos procurou a sede da companhia após ser vítima de um golpe em que o autor se passou por um amigo. O golpista solicitou o envio de códigos, alegando que seriam utilizados para criar um anúncio em um site. Após o repasse das informações, o criminoso tentou obter uma chave Pix da vítima e, diante da recusa, passou a proferir ameaças. Em seguida, realizou a formatação remota do aparelho celular da vítima, que precisou ir até uma agência bancária para sacar parte do valor disponível e solicitar o bloqueio da conta. Apesar da ação criminosa, não houve movimentação financeira confirmada.

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Ainda em Pitanga, no bairro Bela Casa, um homem de 25 anos relatou que repassou códigos de confirmação e seu número de CPF após receber contato, supostamente, em nome de um site, por intermédio do telefone de seu padrasto. Pouco depois, o aparelho celular foi formatado remotamente. O golpista chegou a entrar em contato com o empregador da vítima, solicitando dinheiro como se fosse o próprio solicitante. Para evitar prejuízos, a vítima sacou os valores disponíveis em conta e registrou o boletim de ocorrência.

Já em Prudentópolis, uma mulher de 39 anos compareceu à sede da 4ª Companhia da Polícia Militar relatando ter sido vítima de estelionato no dia anterior (30). Segundo o relato, ela recebeu contato de uma pessoa que se passou por sua advogada em uma ação relacionada à isenção de IPVA. Na sequência, outro golpista se identificou como representante do “STJ” e convenceu a vítima a acessar um link e informar códigos enviados. A ação resultou em duas transferências via Pix, nos valores de R$ 3.700,00 e R$ 1.300,00, totalizando R$ 5.000,00. Ao perceber o golpe, a vítima entrou em contato com o banco para tentar cancelar as movimentações e bloquear o aplicativo bancário.

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Em todos os casos, as vítimas foram orientadas quanto aos procedimentos legais, incluindo o registro do boletim de ocorrência e o contato imediato com as instituições bancárias. A Polícia Militar reforça o alerta para que a população não repasse códigos, dados pessoais ou bancários, mesmo que o contato aparente ser de pessoas conhecidas ou instituições oficiais.

Editoria Região
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