Quinta-feira, 27 de agosto de 2026
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Feliz dia para você que nasceu!

Por Dominique Acirema S.

Feliz dia para você que nasceu!

Por Dominique Acirema S. de Oliveira 

Dia das mães, das avós, das tias… daquelas que são capazes de trazer a vida o sopro divino que enche o humano de consciência e racionalidade, daqueles que concentram em cuidado e afeto o amor que dá a vida sem cogitar uma negativa.

Entretanto, ganha corpo também (me perdoem o trocadilho), uma certa vertente “feminina” que renega sua nobre e personalíssima missão, uma tropa que se ergue dos fundos de DCE’s, de cursos ideologizados e da voz rouca de feministas que bradam sons de mundos subterrâneos.

Esses sons são ainda reproduzidos diariamente pela imprensa sensacionalista que nutre uma luta imaginada nos porões úmidos e fétidos das mentes daquele(a)s que através de métodos “científicos” assassinam uma vida que ainda não pode gritar por sua vidinha. Judith Butler dizia: “O jornalismo é um lugar de luta política… inevitavelmente”.

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E como é estranhamente estranho falar de mães e aborto… são temáticas inconvergentes, insociáveis, desconectadas em essência. O aborto ganha um som de método contraceptivo algo que parece palatável, e é esse tipo de coisa que é disperso nas redes comunicativas do país e do mundo.

Entretanto, cômico é que essa luta mais radical mais incisiva é “travada” em países de cultura amena e branda, ganha uma roupagem de politica afirmativa e questão de saúde pública. Agora, do outro lado do mundo você não tem notícias da marcha das vadias, somente: “O Talibã decretou que todas as mulheres afegãs usem um manto que cubra o corpo da cabeça aos pés, conhecido como “burca”. A autoridade do grupo, Khalid Hanafi, disse que a decisão visa assegurar a “dignidade e a segurança de nossas irmãs”.

Camille Anna Paglia defende um feminismo inspirado em valores liberais e capitalistas ela se impõe contra todo e qualquer mecanismo de defesa ou proteção das mulheres, visto por ela como infantilizador e gerador de injustiças. Ela está fora da curva, percebe certos aspectos que por hora estão oculto da visão das demais, não adepto a ideologia feminista em sua totalidade ela destoa disto: se ela não concorda na amplitude da ideologia, ótimo, porém, eu não concordo em nada.

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Em uma de suas obras ela defende que história é cíclica, que em qualquer lugar do mundo existe um padrão, ela diz que quando o declínio da sociedade jaz a porta à o surgimento de fenômenos transgêneros, isso seria um sintoma do colapso de uma cultura.

Claro, aparentemente saltei de um tema a outro, mas são interligados na essência, ao contrário de mãe e aborto já citado.

Aborto, transgênero, apoio a liberação de drogas fazem parte de uma agenda que aliena e desfoca daquilo que não é efêmero. Perceba, isso tudo é bônus e a luta é contra os ônus.

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“Direito” ao aborto é se livrar da responsabilidade de uma vida, é cuspir para cima e não se preocupar com a gravidade (outro trocadilho sem querer).

Por fim, é dia das mães, então seja mãe, aquela que luta pela sua família que ama seus filhos que é pináculo sustentador que está sempre lá. E para você que já entendeu essa divina missão meus parabéns, não só pelo dia, mas por tudo que vocês representam!

Editoria Artigos
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