As tretas movem o mundo. Quer dizer, não sei se é bem assim que a banda toca; mas, com certeza, elas acabam muitas vezes sequestrando a nossa atenção. Toda ela.

Bah! E como gostamos de ver um fight. Sim, eu sei que há aqueles que irão dizer que não gostam, que devemos ser da paz e agir de forma fofa com tudo e com todos, porém, justamente essas alminhas cândidas são as primeiras a verter sangue pelos olhos, enquanto rangem os dentinhos de excitação, diante de uma peleja nas redes sociais.

Há em nós, em cada um de nós, um monstrinho agrilhoado que, uma vez ou outra, acaba rompendo os seus grilhões e sai pelas vielas virtuais, e as vezes pelas esquinas analógicas da vida, feito um elefante largado dentro de uma loja de badulaques de vidro.

Sim, todos nós, de vez em quando, acabamos agindo assim e, diante desse fato da vida, terminamos com aquela cara de pamonha ao final. Cara essa que, é claro, acaba sendo ocultada por nós dos curiosos olhares digitais.

Não apenas isso. Muitas vezes nos esforçamos pacas para ocultar essa vergonha de nossa própria consciência, dizendo para nós mesmos que a culpa não é nossa, que a força das circunstâncias nos obrigou a isso, que apenas agimos de forma reativa em nome dos mais elevados ideais. Quer dizer, ao menos é isso, ou algo similar a isso, que acabamos dizendo para nós mesmos.

Engano. Ledo engano. Hipócrita engano.

Negar a existência do mal que habita o coração humano, que faz morada em nosso coração, não nos torna magicamente bons. Muito pelo contrário. Permite apenas que o mal, agora sem nome, possa agir livremente em nosso coração, nos degradando a olhos vistos sem que nos demos conta disso.

Por essas e outras que pedir perdão é tão difícil. Não é nada confortável olharmos para nós mesmos e vermos a bela tranqueira que nos tornamos, crentes de que estávamos fazendo algo chuchu beleza de bom.

Pois é. Mas o único caminho de retorno é esse: o perdão.

Peçamos perdão, perdoemos sem que ninguém nos peça e rezemos uns pelos outros porque, no fundo, essas são as únicas coisas que fazem a diferença e que realmente interessam.

Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela


Comentário radiofônicos – Iguaçu FM

Conferências radiofônicas – Iguaçu FM

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