Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
MPJ | Mais Pelo Jornalismo
Publicidade

Urnas de Pinhão e Reserva do Iguaçu passam por carga e lacração para as eleições de 2026

Portal Fatos do Iguaçu e TV Fatos acompanharam a cerimônia pública nesta quarta-feira (23). Chefe do cartório da 160ª Zona Eleitoral explicou como os equipamentos são preparados para a votação de 4 de outubro.

Urnas eletrônicas dispostas em mesas no Fórum Eleitoral de Pinhão, com cabos e materiais de preparação. Integrantes da equipe da Justiça Eleitoral aparecem ao fundo da sala.

Equipe da 160ª Zona Eleitoral trabalha na preparação das urnas eletrônicas de Pinhão e Reserva do Iguaçu para o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro. A cerimônia pública de carga e lacração foi acompanhada pelo Portal Fatos do Iguaçu e pela TV Fatos nesta quarta-feira (23).Foto: Naor Coelho/Fatos do Iguaçu

As urnas eletrônicas destinadas a Pinhão e Reserva do Iguaçu passaram pelo processo de carga e lacração na manhã desta quarta-feira (23), no Fórum Eleitoral de Pinhão. O Portal Fatos do Iguaçu e a TV Fatos acompanharam a cerimônia pública e conversaram com a chefe do cartório da 160ª Zona Eleitoral, Juliana Froner Dalla Rosa.

A carga é a etapa em que os dados necessários à votação são instalados em cada urna. Depois, os equipamentos são testados e lacrados para aguardar o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), as mídias preparadas para esse trabalho contêm, entre outras informações, os dados das seções eleitorais e das candidaturas.

Juliana explicou que a preparação também inclui urnas de contingência. Elas ficam prontas para substituir algum equipamento de votação caso seja necessário. De acordo com a chefe do cartório, são 81 seções eleitorais em Pinhão e 19 em Reserva do Iguaçu. Após a carga, as urnas recebem lacres de segurança; a produção desses lacres é de responsabilidade da Casa da Moeda do Brasil.

Publicidade

Cerimônia aberta ao acompanhamento

A chefe do cartório ressaltou que a cerimônia é pública. Representantes de partidos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades fiscalizadoras podem acompanhar a preparação e conferir os procedimentos. A Justiça Eleitoral também prevê a divulgação do calendário para conhecimento da imprensa e dos cidadãos interessados.

No dia da eleição, antes do início da votação em cada seção, a urna emite a zerésima, documento que mostra que não há votos registrados naquele equipamento.

Orientação para o eleitor

Ao fim da entrevista, Juliana recomendou que os eleitores levem uma “colinha” em papel com os números de seus candidatos. No primeiro turno, serão feitas seis escolhas na urna: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. O celular não pode ser levado à cabine de votação.

Publicidade

A chefe do cartório informou ainda que há modelos de colinha disponíveis no Fórum Eleitoral. Para os moradores da área rural, ela orientou a consulta às informações sobre o transporte gratuito para os locais de votação, publicadas pelo cartório.


Assista a entrevista:

Editoria Eleições
Publicidade
Compartilhar

Leia também