Cresol lança Plano Safra 2016/2017

O produtor teve a oportunidade de conferir e tirar suas dúvidas sobre equipamentos e maquinários

Informe Publicitário: O lançamento do Plano Safra da Cresol Pinhão, que contou com a presença de cerca de 100 pessoas, entre cooperados e convidados, foi realizado no Auditório do Sindicato Rural de Pinhão, na sexta-feira, 15 de julho. E pela primeira vez foi realizada uma pequena exposição de tratores, máquinas e implementos agrícolas, e que são possíveis de ser financiados.

“Buscamos inovar realizando uma pequena amostra de alguns itens contemplados nesse Plano, assim o produtor que deseja fazer um financiamento para investimento teve a oportunidade de conferir e tirar suas dúvidas sobre os equipamentos e maquinários”, contou o presidente da Cresol, João Maria Almeida.

VITRINE

Anderson Pilatti, representante da CASEIH Agriculture, trouxe para a apresentação o trator que será sorteado em uma campanha que está sendo realizada em conjunto entre a sua empresa e a Cresol. Segundo ele, poder expor seus produtos, mesmo que por um dia, é uma grande vitrine para alavancar vendas futuras.

“Os maquinários estão cada vez mais tecnificados, com maior conforto e qualidade para que o operador desempenhe suas atividades. Alguns modelos possuem piloto hidráulico, ar condicionado, suspensão dos bancos, entre outas comodidades. Os operadores devem possuir certa qualificação para manusear esses tratores, pois o conhecimento refletirá em melhores resultados na produtividade e com o tempo poderão verificar que são mais fáceis de dirigir que os antigos. Este trator também se enquadra na linha de financiamento do programa Mais Alimentos”, informou Pilatti.

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O vice-presidente da Cresol, Daniel Chaves, contou que está havendo uma evolução no montante de recursos para esse Plano. Na safra 2014/15 foram destinados R$ 24 bilhões, na safra 2015/16 subiu para R$ 28,9 bilhões e nesta serão R$ 30 bilhões para produtores classificados como agricultura familiar, micro e médio. Os financiamentos são para custeio de lavouras, custeio pecuário (apicultura, bovinocultura de leite, ovinocultura e caprinocultura) e investimentos.

“O Sistema Cresol detém R$ 800 milhões, desse montante sendo R$ 6,4 milhões destinados à Cresol Pinhão, tanto para custeio como para investimentos, e já temos uma demanda de operações na casa de um milhão, com contratos que já foram iniciados um pouco antes do lançamento oficial”, afirma o vice-presidente.

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ENQUADRAMENTO

Os produtores rurais que possuem renda bruta anual de até R$ 360 mil/ano se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e para aqueles com renda superior se enquadram no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), onde o limite para custeio é de R$ 780 mil e investimentos R$ 430 mil com taxas de juros de 8,5% ao ano.

Os dois programas são para financiamento de custeio e investimento. “Uma das diferenças entre os financiamentos feitos pelas cooperativas de crédito e os bancos particulares é o percentual da taxa de liberação do crédito. Os bancos cobram 3,8% de IOF e as cooperativas apenas 0,38%, ou seja, em um financiamento de R$ 100 mil, o cliente pagará R$ 3.800,00 nos bancos e na cooperativa somente R$ 38 reais”, frisou o presidente.

ITENS FINANCIÁVEIS

Para todos os financiamentos será feito um projeto técnico e de viabilidade de crédito com uma empresa especializada. “Desta forma todos estarão seguros de seus investimentos. O técnico irá até a propriedade para conhecer as potencialidades da mesma e, em alguns casos, os itens a serem financiados poderão ser trocados. Por exemplo, se um cliente deseja financiar vacas de leite, conta com a visita do técnico e ele poderá visualizar que é melhor o produtor investir em uma pastagem de qualidade e manter o rebanho atual para depois em novo plantel”, explicou Daniel Chaves.

O presidente mencionou sobre a cultura do morango. “Temos um agricultor na localidade de Poço Grande que apostou na cultura do morango fazendo alguns financiamentos e teve ótimos resultados. Outras culturas como banana, laranja, açaí, cacau, abacaxi e tangerina também são possíveis de financiar”.

JUROS

Para os pequenos produtores, os pronafianos, nos financiamentos de custeio o limite é de R$ 250 mil por CPF e para investimentos R$ 165 mil com taxas que variam entre 2,5% até 5% ao ano.

Os alimentos que compõem a cesta de consumo dos brasileiros como feijão, arroz, batata doce, batata inglesa, cebola, alho, amendoim, tomate, inhame, cará, mandioca, trigo, hortaliças e erva-mate terão o financiamento de suas culturas a uma taxa de 2,5% ao ano. O mesmo índice vale para a cultura do milho em operações de até R$ 20 mil, acima deste valor e demais culturas o índice é de 5,5% ao ano.

“Na linha Pronaf + Alimentos as atividades relacionadas com a formação e recuperação de pastagens, conservação de recursos naturais (reflorestamento, mata ciliar, reserva legal, proteção de fontes), construção de silos e correção de solo temos taxas especiais de 2,5% ao ano”, disse o vice-presidente.

PLANO B

Para aqueles agricultores que possuem renda anual de até R$ 21 mil, pode ser feito financiamento no limite de R$ 4 mil com taxa de juros de 0,5% ao ano e bônus de adimplência de 25%, ou seja, se estiver em dia, o tomador pode ter um desconto de até mil reais em seu financiamento, pagando no total R$ 3 mil. “Esta linha é para maquinário e equipamentos que possam gerar renda na propriedade, como uma máquina de panificação, por exemplo, assim, produzindo pães a propriedade terá mais uma fonte de renda. O prazo de pagamento é de 24 meses”, explicou.

DEMAIS LINHAS

O Plano ainda contempla as linhas Pronaf Jovem com limites de até R$ 16, 5 mil/ano, Pronaf Mulher com limite de R$ 165 mil/ano, Pronaf Floresta limite de R$ 38,5, Pronaf Agroecologia até R$ 165 mil, Pronaf Eco para atividades de energia renováveis, todas com taxas de 2,5% ao ano.

Na unidade de Reserva do Iguaçu o lançamento foi feito dia 14 de julho e, em Bituruna, dia 21 de julho. “Nos colocamos à disposição dos interessados para mais esclarecimentos nas nossas unidades de atendimento”, finalizou o vice-presidente Daniel Chaves.

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