O governo americano ameaça abandonar o comando de uma grande empresa “multinacional” que herdou após a sua vitória nas eleições, em razão dos acionistas previamente escolhidos, não o apoiarem na guerra contra o Irã, pela abertura, à força, do Estreito de Ormuz.

Enquanto isso, lideranças governamentais, em muitos países de primeiro mundo, com relação ao últimos acontecimentos da  guerra do Irã com os Estado Unidos, veem se mostrando até um  pouco mais evoluídos, para este primeiro quarto de século. Aparentemente, já não estão tendo a mesma visão, as mesmas ideias de antes, ou de países do Oriente médio e Ásia. Constatou-se, que eles já pensam em não usar mais a guerra e armas químicas como saída para o progresso e a defesas de suas nações. Espero que essa ideia, se consolide.

A alguns dias atrás, até faltaram com respeito com o Reino Unido, que recebeu muitas criticas, por não dar o apoio esperado, aos comandados de Netanyahu, que vivem na América. Mas que são indiretamente, um de seus filhos, por sua vez mal educados e mal agradecidos. Pois partiram deles as tais críticas. E esse típico costume de se fazer que não viu, que não sei, não vou porque não está me incomodando, até me fez lembrar que a  tempos atrás tinha um slogam de um partido político nas eleições municipais  na minha cidade, em Pinhão, que dizia: “Em time que está ganhando não se mexe”.

Foi  o que a França e a Espanha e alguns  países da Europa fizeram diante da situação da guerra do Irã. Com exceção da mãe dos americanos, que já foi o que eles são hoje. Pois boa parte do mundo, tem em seu domínio, pequenas porções de terra. Inclusive  no nosso continente, as Ilhas Malvinas, que até então aos nossos olhos de sul-americanos, foram por ela, adquiridas na maldade. E ainda está em disputa com a Argentina. Esta, a princípio quis entrar nessa briga com o Irã. Mas com a não adesão de países  europeus, já  deu sinais  de “arrego”, como diz o ditado popular.

A matriarca anglo saxônica, hoje em está decadência. E argumentou que só cedeu as suas bases aos americanos porque precisa daquela estrada aberta, para evitar crise de energia no seu Reino. Por ora, renunciou ao uso de suas armas, mas, continua apoiando a liderança famigerada, desse país que fora um dos seus filhos, até 04 de julho 1776. Cujo rebento, mesmo se emancipando, manteve consigo, uma boa percentagem do seu código genético.

É o sangue mais forte, na estirpe da herança Viking. A diferença entre eles é os nomes dos Continentes que habitam e que os referidos filhos, que ainda não se intitulam, como reis. Mas Republicanos. E com seus aliados, formaram um grupo dos pseudos salvadores de Pátrias, e pensando já em levar vantagens se tornaram exímios compradores de brigas alheias. Nos últimos dias, este filho que representa o clã, vem se mostrando desobediente aos ingleses, e no átimo da loucura se desnaturaliza. Vocifera, que vai abandonar a OTAN (1949).

A qual a Inglaterra faz parte. A OTAN foi criada durante o contexto da Guerra Fria. Essa  atitude dele é como de um empresário abandonando a sua própria e idónea empresa que lhe deu lucros por muitos anos, as custas dos acionistas. Cuja remanescente, foi criada por governos americanos anteriores, para proteger seus supostos aliados, que  abandonaram o barco, nesta fase, da guerra. E  assim fez  a Rússia  na mesma época. Criou  o Tratado de Varsóvia em 1955. Segundo   informações foi  para se confrontarem. Mas ambas defendiam-se, em  documentos, que era uma forma de proteger países aliados.

Mas ambos os países, só protegeram aos que eles tinham interesses econômicos, no futuro. Agora, Trump se vendo acuado, esbraveja, que esses mesmos países que  protegidos que foram seus aliados, eles próprios, terão que abrir o estreito de Ormuz! Que  lutem por conta, contra o dono do estreito Ormuz. E discursa: Tomem o nosso desejado, das suas mãos! Eu comecei, e vocês terminam! Incita. Outra bravata: Chegou a hora de ensiná-los como fazer brincadeiras com as  nossas armas químicas!

Quer ser agora também, como uma felina ensinando seus filhos a caçar. Seu espírito de irresponsabilidade, foi constatado também, no seu discurso, na tentativa de invadir Cuba. Vamos fazer por brincadeirinha! Não terminou de dizer e já foi imediatamente interpelado, como sempre, pela URSS – Rússia.Tal fala denotou como  trata o seu semelhante, como administra as suas invasões seguidas de mortes, as pessoas mutiladas, as vitimas de bombas e os prisioneiros, as vezes enquadrados de forma arbitrária. Só faz tudo isso, escorado na Lei, por causa de um certo privilegio do cargo. Se sentindo por ora, impune e imune das sanções do poder judiciário ou Tribunal Internacional, por seus crimes de guerra e demais ações.

A infantilidade  que conduz as suas funções, dentro cargo é percebido, todos os dias, nos discursos  à imprensa, com relação a Cuba e a outros países e riquezas naturais que pretende, tomar de assalto e fazer fortuna, como profere, sem medir as consequências do poder da palavra de um chefe nação.Como ecoa. É  um palhaço fazendo graça, tentado ganhar plateia, sua cabeça repleta de fantasias. E quando é traído pelo seu inconsciente, vomita aos seus imaginários desafetos, aos inimigos invisíveis, deboches, ameaças num discurso autoritário e repetitivo, incitando abrir precedentes para uma rivalidade com ele. Se tornou um estorvo nas negociações da sua América com o mundo, afundando a  economia do país.

E essas falações, podem até moldar uma ou outra personalidade, idolatra, como as brincadeiras infantis, moldam o futuro, a identificação profissional e de caráter as vezes deixando transparecer a personalidade do indivíduo. Alguns com o tempo, até tentam esconder. Outros não conseguem. Como é o caso de Donald Trump. Num  cargo tão importante. E  desde a tenra idade, transgredindo as leis morais. Até parece um despropósito. Pois se moldou com mentiras, transgressões, sem um compromisso de uma real segurança nas suas palavras, nem mesmo com seus eleitores. E muito menos com seu cargo de presidente de uma grande nação, uma super potência, mundialmente falando, como o tal, exige.

Em razão disso,as pessoas e empresas, estão sofrendo as consequências, por falta de um líder, mais diplomático, apesar de diplomacia, não ser muito a praia  dos americanos. Mas, mais maleável, mais sensato e menos infantil. Pois com esse comportamento de menino mimado, como já foi  descrito em seus dados históricos, os países  vizinhos e continentais que por anos negociaram com Estados Unidos, estão entrando em confronto como mesmo. O mundo interligado pela economia começa a enfraquecer, entrar em colapso.

O país está se perdendo no caminho que o conduziria novamente ao seu desenvolvimento e progresso, na América. Como anseia o seu povo, principalmente quem o confiou de lhe representar, na Casa Branca. O seu molde de personalidade, já está explicito. Portanto, tudo o que o então presidente, vem fazendo, servirá de termômetro para medir a temperatura de fanatismo político, do nível de memória e de consciência dos delegados regionais e eleitores americanos, quando manifestarem o seu apoio, nas campanhas e nas urnas nas próximas eleições, para Presidente dos E.U.A. Ressaltando, que se eles quiserem que a nossa espécie e a sua geração se perpetue e progrida? Então essa é a hora oportuna de matar o carcará no ninho.

Edmilson Siqueira Caldas

Professor, músico e escritor.

 

 

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