Francisco Carlos Caldas

Entendemos ser importante cada ser, grupo familiar, partido político e governantes, estabelecerem prioridades e em cima delas, fazer planejamento.

       Este escriba, em meados do ano passado, estabeleceu focar nas seguintes prioridades em sua vida, por ordem de relevância:  1 – o próprio-FCC; 2 – descendentes; 3 – escritório; 4 – Câmara Municipal em que está servidor desde 9/06/2008; 5 – esposa;  6 – imóveis urbanos; 7 – imóveis rurais; 8 – parentes; 9 – vida social; 10 – cidadania e 11 e por último política, e tudo dentro dos PRINCÍPIOS e VALORES de formação familiar e educacional.

Planejar isso não é fácil, e executar o planejamento mais difícil, mas de qualquer forma se tendo isso como meta  já é um bom começo, e a ação está mais ou menos alinhada ao pensamento do físico alemão Albert Einstein que viveu nos anos de 1879-1955: “Se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não às pessoas nem às coisas”, e/ou o contido na famosa citação do diálogo de Alice com o Gato de Cheshire em “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll, “para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve“, o que significa  dizer que sem um objetivo claro, qualquer direção é válida, mas pode levar a lugares insatisfatórios  e da importância do propósito e do autoconhecimento para tomar decisões e ter uma vida com mais foco e menos deriva.

            Numa primeiro momento dá-se a impressão que estamos defendendo como prioridade nº. 1 (um), alinhamento  ao egoísmo, egocentrismo, omissão, neutralidade, bundonismo,  mas o foco é que se cada um  não estiver bem, não vai irradiar energia positiva, alto astral. A pessoa melancólica, infeliz, pessimista, se torna chata, e não desperta bons fluídos, não gera motivação, ânimo  na vida dos conviventes e sua área de influência.

Isso não significa  que se deixa se estabelecer limites, exercitar  tolerância, mas  ações com disciplina, austeridade, só que isso num plano mais secundário, e até para se afastar de ímpetos e tentações de querer controlar coisas fora do alcance e tudo em defesa da LIBERDADE, do LIVRE-ARBÍTRIO de cada um.

Nessa caminhada, haverá uma grande dificuldade, que é como conciliar essas prioridades e planejamento com  TOLERÂNCIA, que o diga o que ditos abaixo:

O mais alto nível de educação, é a tolerância.” (PLATÃO, filósofo e matemático da Grécia Antiga, e que viveu nos anos de  427 -247 a.C).

A tolerância atingirá um nível tão alto que as pessoas inteligentes serão proibidas de fazer pensamentos para não ofender os tolos.” (Fiódor Dostoiévski, escritor e filósofo russo que viveu nos anos de 1821-1881).

            A tolerância é um crime quando o que se tolera é a maldade.” (Thomas Mann, escritor e romancista alemão que viveu nos anos de  1875-1955,

Eu tolerava muita coisa porque eu não queria perder as pessoas. Agora, eu ando estabelecendo limites, porque quem eu não posso perder é a mim mesmo.” (Autor desconhecido).

Como Municipalista, e afastado de debates de questões estaduais, Nacional e Internacional, nada a dizer sobre  a complexa, delicada e polêmica  intervenção militar dos EUA e prisão do presidente Maduro  na madrugada  de 3/01/2026. Eis aí, uma matutada reflexiva para iniciar 2026.

(Francisco Carlos Caldas-FCC, advogado, municipalista e CIDADÃO).

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