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O que o autista mais precisa é de respeito e acolhimento

Autismo, um transtorno em constante estudo

Por Nara Coelho

O autismo hoje em dia é mais falado e até porque o número de crianças autistas tem crescido muito. No Basil hoje são mais de 2 milhões de pessoas autistas.

 O transtorno vem ganhando cada vez mais espaço na área da pesquisa, isso tem feito a diferença na vida dos autistas e seus familiares.

Percebe-se cada vez mais a importância de um diagnóstico precoce, a elaboração de um plano individual para cada caso de atendimento que envolva as diversas áreas da formação humana, ou seja, o autista tem capacidade de desenvolver várias áreas da sua cognição e de participar da vida da sociedade, inclusive sendo produtivo, contudo, precisa ser amparado e trabalhado por uma diversidade de profissionais.

2007 instituído Dia Mundial da Conscientização do Autismo

A ONU instituiu o dia 2 de abril como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo para chamar a atenção da população em geral para importância de conhecer e tratar o transtorno, que afeta cerca de 70 milhões de pessoas no mundo todo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Em 2018, o 2 de abril passa a fazer parte do calendário brasileiro oficial como Dia Nacional de Conscientização sobre o Autismo.

Direitos dos autistas no Brasil

Em 2012  é sancionada no Brasil a Lei Berenice Piana (12.764/12), que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Este foi um marco legal, relevante para garantir direitos aos portadores de TEA. A legislação determina o acesso a um diagnóstico precoce, tratamento, terapias e medicamento pelo Sistema Único de Saúde; à educação e à proteção social; ao trabalho e a serviços que propiciem a igualdade de oportunidades.

Autista precisa de acolhimento

O que mais o autista e sua família precisam é de acolhimento, é que as pessoas compreendam que os choros, gritos e às vezes algumas agressividades não são pirraças, são formas de expressar a dor, a dificuldade de se comunicar, o medo.

É preciso sempre lembrar que vários autistas tem uma sensibilidade muito grande a barulhos, essa sensibilidade não provoca um simples incomodo, mas uma dor intensa.

A família que tem um autista em casa tem uma rotina diária com preocupações e rotinas a mais a serem incorporadas do que as que não tem.

Seja compreensivo

Ao encontrar com uma pessoa autista, antes de qualquer coisa, lembre, ele só precisa de respeito, compreensão ao seu jeito de ser e se relacionar com o mundo e as pessoas.

Se seu acompanhante lhe pedir licença para passar à sua frente em uma fila, faça, e com compreensão.

Se presenciar uma situação que o autista está nervoso, irritado, se aproxime de forma acolhedora dos pais ou responsável e pergunte no que você pode ajudar.

Antes de julgar, converse, pergunte, esclareça, afinal, quem já não teve um dia dificil com seu filho autista ou não em público?

Em Pinhão

Confira o vídeo da enfermeira Meuri Gonçalves de Macedo, Coordenadora da Atenção Primaria da Secretaria municipal de Saúde de Pinhão/PR, explicando o que é o autismo, reforça a importancia do acolhimento às famílias e explica o que a Secretaria de Saúde oferece de atendimento às pessoas autistas.

Todos os dias motivos para se orgulhar

Roselia Dupski  é mãe do jovem Elder Sampietro, ao assistir o vídeo que ela fez do filho, fica visível o amor e orgulho que ela tem do Elder, vale a pena ver e vibrar.

Fonte: Autismo e Realidade

Naor Coelho

Naor Coelho, administrador de empresa, jornalista e o diretor responsável pelo Fatos do Iguaçu

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