Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Operação Pitanga: polícia informa quatro mortes e apreensão de sete armas

Coletiva apresenta balanço parcial da ação contra o tráfico de drogas em quatro municípios; investigação começou no início do ano

Representantes das polícias Militar e Civil concedem entrevista diante de uma viatura. À esquerda, um policial militar usa boina e colete; à direita, um policial civil fala ao microfone.

Representantes das polícias Civil e Militar apresentam o balanço parcial da Operação Pitanga durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (8 de outubro). Foto: Reprodução do vídeo da entrevista coletiva.

A Operação Pitanga, realizada nesta quinta-feira (8 de outubro), resultou na apreensão de sete armas de fogo, drogas e objetos relacionados a furtos, segundo balanço parcial apresentado pelas polícias Civil e Militar em entrevista coletiva. As autoridades também informaram que três homens e uma mulher morreram em dois confrontos com policiais militares durante o cumprimento de mandados.

A ação teve como principal objetivo combater o tráfico de drogas em Pitanga e alcançar investigados em outros três municípios. Conforme os responsáveis pela operação, o trabalho começou no início do ano, com o levantamento de pontos de comercialização de entorpecentes e a identificação de pessoas suspeitas de envolvimento nesses crimes.

Investigação reuniu informações de diferentes forças

Segundo o delegado que participou da coletiva, a investigação foi desenvolvida de forma conjunta pelas polícias Civil e Militar. Ao longo do trabalho, também foram incluídos suspeitos de praticar furtos em Pitanga.

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O comandante do 16º Batalhão de Polícia Militar explicou que a operação contou com apoio da Polícia Penal e reuniu informações sobre tráfico de drogas, armas, furtos e roubos. Alguns investigados, conforme a polícia, também apresentavam indicativos de envolvimento em homicídios ocorridos no município.

Durante a entrevista, o delegado afirmou que havia suspeitos com vínculos com uma facção criminosa. Segundo ele, informações de inteligência apontavam que alguns dos alvos seriam responsáveis por guardar armas e drogas para o grupo.

Quatro mortes em dois confrontos, segundo a PM

Na coletiva, o comandante do 16º BPM informou que os quatro óbitos ocorreram em dois confrontos armados. Esse número atualiza a nota inicial divulgada pela Comunicação Social do batalhão às 6h22, que mencionava três confrontos.

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De acordo com a versão apresentada pela PM, houve resistência à ação policial. O comandante afirmou que foram apreendidas armas nos dois locais e que havia mandados de prisão ou de busca e apreensão relacionados às pessoas ou aos endereços envolvidos.

O delegado acrescentou que dois dos envolvidos nos confrontos utilizavam tornozeleiras eletrônicas. As identidades dos mortos e os detalhes sobre a dinâmica de cada episódio não foram apresentados na transcrição da coletiva.

Armas, drogas e objetos recuperados

O balanço parcial apontou a apreensão de sete armas de fogo, além de cocaína, maconha e crack. As quantidades de entorpecentes ainda estavam sendo contabilizadas no momento da entrevista.

Segundo a polícia, também foram recuperados objetos furtados e apreendidos equipamentos de vigilância em dois endereços. Conforme o comandante, as câmeras eram utilizadas para acompanhar a circulação e a presença de equipes policiais.

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O delegado informou ainda que uma pessoa presa com arma de fogo utilizava tornozeleira eletrônica após progressão de regime. O número total de presos não foi detalhado na coletiva.

Mais de 170 policiais mobilizados

Conforme o balanço apresentado durante a entrevista, a operação mobilizou mais de 170 policiais militares e civis, mais de 50 viaturas e oito equipes com cães farejadores.

Dois helicópteros estavam previstos para apoiar a ação, mas não puderam realizar os sobrevoos em razão das condições do tempo, segundo o comandante.

O delegado mencionou 40 mandados de busca e afirmou que, entre os mandados previstos na operação, apenas um ainda não havia sido cumprido. As diligências permaneciam em andamento.

Apuração terá continuidade

A Polícia Civil informou que o material recolhido será analisado para aprofundar a investigação e identificar outros envolvidos, incluindo possíveis lideranças.

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Segundo o delegado, a operação representa uma etapa do trabalho conjunto das forças de segurança. A análise das provas deverá ajudar a esclarecer a atuação dos investigados e suas funções no grupo.

Com informações da entrevista coletiva das polícias Civil e Militar e da Comunicação Social do 16º BPM.

Editoria Segurança
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