Duas ocorrências de estelionato eletrônico foram registradas na segunda-feira, 31 de agosto de 2026, no Centro de Candói. Somados, os prejuízos chegaram a R$ 4.716,25. Os casos foram comunicados ao Pelotão da Polícia Militar.
Em uma das ocorrências, uma mulher de 52 anos relatou que recebeu mensagens pelo WhatsApp de uma pessoa que se apresentou como sua advogada. Posteriormente, ela participou de uma chamada de vídeo com outro indivíduo, que afirmou ser promotor de Justiça.
Os golpistas disseram que a vítima havia ganhado uma causa judicial, mas que seria necessário realizar uma transferência bancária para que o suposto valor fosse liberado. Acreditando na informação, a mulher fez um Pix de R$ 1.024,25.
Na sequência, o filho dela, de 7 anos, também teria sido convencido a realizar uma transferência de R$ 1.422. Depois dos pagamentos, as vítimas constataram que se tratava de um golpe. O prejuízo total foi de R$ 2.446,25.
Comerciante perde R$ 2.270 após ler QR Code
Na segunda ocorrência, um comerciante de 37 anos informou que recebeu uma ligação de uma pessoa que se passou por funcionário de uma instituição financeira.
De acordo com o relato, o criminoso já possuía dados pessoais da vítima e ofereceu uma suposta negociação de taxas. Durante o contato, o homem foi orientado a fazer a leitura de um QR Code.
Após o procedimento, ele constatou uma transferência não autorizada de R$ 2.270 para uma conta de terceiros. Ao perceber que havia caído em um golpe, o comerciante também demonstrou preocupação com um possível vazamento de seus dados pessoais.
As vítimas foram orientadas pela Polícia Militar sobre os procedimentos cabíveis.
Alerta contra golpes
A orientação é desconfiar de contatos que solicitem pagamentos, transferências ou leitura de QR Codes, mesmo quando a pessoa apresente informações pessoais da vítima. Antes de qualquer movimentação financeira, é importante confirmar a solicitação por meio dos canais oficiais da instituição, empresa ou profissional envolvido.
Também não se deve transferir dinheiro para liberar supostas indenizações ou valores judiciais. Em caso de golpe, a vítima deve entrar imediatamente em contato com o banco, guardar mensagens, números de telefone e comprovantes e registrar um boletim de ocorrência.
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