Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Área do Alecrim, em Pinhão, terá audiência no Cejusc Fundiário em 29 de outubro, informa advogado

Bernardino Camilo da Silva comunicou aos moradores que o processo de reintegração de posse foi encaminhado para discussão no âmbito da mediação fundiária do Tribunal de Justiça do Paraná

Documentos, mapa e caneta sobre uma mesa de madeira, diante de uma paisagem rural com casas, cercas, campos verdes e araucárias.

Ilustração representa a discussão fundiária envolvendo a área do Alecrim, em Pinhão, com audiência prevista para 29 de outubro, segundo o advogado da comunidade. Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial; não retrata o local real.

A disputa judicial envolvendo a área do Alecrim, em Pinhão, deverá ser discutida em audiência no dia 29 de outubro, às 14h30, no Cejusc Fundiário do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A informação foi repassada à comunidade pelo advogado Bernardino Camilo da Silva, em mensagem de áudio na qual explica os encaminhamentos do processo e orienta os moradores sobre a participação na reunião.

Segundo o advogado, questões relacionadas à área já estavam sendo debatidas com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no âmbito da Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal. Entretanto, a ação de reintegração de posse seguia paralelamente.

Para reunir as discussões, Bernardino apresentou um pedido à Vara Cível da Comarca de Pinhão, solicitando o encaminhamento do processo do Alecrim ao Cejusc Fundiário.

Pedido busca incluir as famílias nas discussões

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A petição apresentada pelo advogado identifica o imóvel como Alecrim, matrícula nº 244, objeto do processo nº 0000044-92.1997.8.16.0134. O requerimento foi feito em nome de Alduino Grando e outros integrantes do processo.

No documento, a defesa menciona uma audiência de mediação realizada em 20 de julho de 2026, na qual eram discutidos outros processos da Vara Cível de Pinhão. Conforme o advogado argumenta na petição, embora o caso Alecrim fosse abordado nas negociações, a ação específica da área ainda não estava incluída naquele conjunto de processos.

A defesa também afirma que as famílias do Alecrim não estavam participando das audiências por não integrarem as outras ações. Por esse motivo, pediu a remessa do processo e que as intimações das próximas audiências fossem expedidas em nome do advogado constituído.

Advogado relata que encaminhamento foi autorizado

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Na mensagem enviada aos moradores, Bernardino afirma que as demais partes se manifestaram sem oposição ao pedido e que a juíza determinou a remessa ao Cejusc Fundiário. Segundo ele, o processo foi incluído na pauta de 29 de outubro.

“As outras partes se manifestaram e não se opuseram a isso, e a juíza determinou, então, a remessa para o Cejusc Fundiário”, informou o advogado.

Bernardino também comunicou que participará de forma on-line e orientou a comunidade a organizar o acompanhamento. Conforme explicou, os moradores podem acompanhar a audiência ou indicar representantes para participar e posteriormente repassar as informações aos demais.

Mediação busca uma solução pelo diálogo

O Cejusc Fundiário é uma unidade especializada na busca de soluções consensuais para conflitos relacionados à terra. Sua atuação utiliza a conciliação e a mediação para aproximar as partes e buscar encaminhamentos pacíficos para as disputas.

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No caso do Alecrim, o encaminhamento relatado pelo advogado tem como objetivo levar a ação específica da comunidade para o espaço em que já ocorrem as negociações sobre a área. As informações apresentadas não indicam um acordo concluído nem uma definição sobre a propriedade do imóvel.

Editoria Pinhão
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