Francisco Carlos Caldas

Dias desses ouvimos  de Romeu Zema, Governador de Minas Gerais de quem somos fã, que ele gosta muito de ler crônicas biográficas e pensamentos. E isso se identificou muito com os nossos princípios filosóficos, pois, é muito interessante, útil e reflexivo conhecer ainda que um pouquinho a vida das pessoas, as suas batalhas, as atividades que desenvolveram. E não é à-toa  que já estamos na nossa crônica de nº. 830, uma das quais sobre “Livros Biográficos”  de 30/08/2019 e outra  “Movido a Pensamentos”.

E nessa linha,  aprendizados e melhorias não se consegue só com personagens históricas e  pensamentos que mudaram  e dão rumos ao mundo e vida de pessoas, mas também com gente simples. Também não foi à-toa que Cora Coralina, poeta goiana que viveu nos anos de 1889-1985  disse: – “O saber a gente aprende com os mestres e com os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.”

Há tempos temos pregado e ainda que em vão, que quando se publica notas de falecimentos de pessoas,  nos meios de comunicação e redes sociais não só colocar o nome da pessoa, mas também a sua filiação, dados qualificativos ainda que mínimos de sua caminhada.

A vida de cada ser por mais simples e sofrida que seja, tem conteúdos interessantes, reflexivos e que nos deixam lições, dá histórias tanto de acertos como de desacertos, coisas positivas como negativas, ainda que desacertos e negatividades seja um campo delicado e de suscetibilidades.

Em função desse contexto, estamos pensando em focar também nossos escritos em crônicas biográficas, não só de vultos históricos, celebridades, Santos, como entre outros: Diógenes de Sinope, Confúcio,  Zenão de sítio, Thomas Edison, Nikola Tesla, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln,  Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela,  Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Louis Braille,  Chico Xavier, Zilda Arns, Helen Keller, Irmã Dulce, Madre Tereza de Calcutá, Cora Coralina, Milton Luiz Pereira, Beto Carrero, Silvio Santos, Antônio Ermírio de Moraes,  Luciano Hang,  Mario Sérgio Cortella, Leandro Karnal,  Aldo Rebelo,  Andrea Vermont, mas também de pessoas de Pinhão, como entre outros: Zorardo de Deus Rocha,  Coronel Pedro Lustosa,  Querubina Rocha Dellê, Darci Brolini, Rubens Spengler,  José Silvério de Camargo, José Bischof, Dario Alves Ribeiro, Evandro de Almeida, Dinis Dôliveira,  Gumercindo Ferreira dos Santos, Francisco Dellê,  parteiras como Tereza Ressai; Santo Agostinho, São Francisco de Assis,  e mesmo pessoas de vidas mais comuns.

Que cada familiar tenha registros ainda que resumidos, de seus pais, avós e até de outros parentes, pois, muitas lições de vida e  legados podem ser encontrados.

(Francisco Carlos Caldas-FCC, advogado, municipalista e CIDADÃO).

 

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