Motorola edge 70 pro | Foto: Divulgação

Crescimento do streaming transforma hábitos dos torcedores e impulsiona demanda por smartphones mais potentes

Redação Portal Fatos do Iguaçu


A Copa do Mundo FIFA 2026 já está provocando mudanças significativas na forma como os torcedores acompanham o futebol. Se em edições anteriores a televisão era a principal porta de entrada para as transmissões, neste ano o streaming ganha protagonismo e o smartphone se consolida como uma das principais telas para acompanhar os jogos.

Os primeiros números do torneio demonstram essa transformação. Na estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos, transmitida pela Cazé TV, foram registrados 12,7 milhões de dispositivos conectados simultaneamente, estabelecendo um novo recorde de audiência para uma transmissão ao vivo de futebol no YouTube.

Streaming cresce entre os brasileiros

Pesquisas recentes apontam que o consumo de conteúdo por streaming já faz parte da rotina da maioria dos brasileiros. Levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 72% das pessoas das classes A, B e C utilizam plataformas digitais para assistir vídeos.

Quando o assunto é futebol, os números também chamam atenção. Segundo pesquisa encomendada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), 77% dos brasileiros acompanham a modalidade por algum meio de comunicação, sendo que 27% já utilizam plataformas de streaming para assistir às partidas.

Outro estudo, realizado pela Kantar, indica que 31% dos brasileiros pretendem acompanhar os jogos da Copa de 2026 por meio de serviços digitais. Embora a televisão aberta continue liderando a preferência do público, o comportamento do consumidor se tornou cada vez mais multiplataforma.

O fenômeno da segunda tela

Além de assistir aos jogos, os torcedores também utilizam dispositivos conectados para acompanhar estatísticas, comentar lances nas redes sociais, assistir a análises e compartilhar conteúdos em tempo real.

Uma pesquisa da Data-Makers revela que 66% dos brasileiros permanecerão conectados durante as partidas da Copa. Mais da metade dos entrevistados, 54%, utilizará duas ou mais telas simultaneamente, enquanto 12% pretendem assistir aos jogos exclusivamente pelo celular.

Esse comportamento reforça a ideia de que a Copa do Mundo de 2026 poderá ficar marcada como a “Copa do Streaming”, refletindo uma mudança cultural que vai além do esporte e alcança todo o setor de entretenimento digital.

Smartphones ganham papel central

Com a crescente demanda por transmissões ao vivo em alta qualidade, os smartphones passaram a desempenhar um papel cada vez mais importante na experiência dos usuários.

Características como qualidade da tela, brilho, autonomia da bateria, desempenho do processador e qualidade do áudio tornaram-se fatores decisivos para quem deseja acompanhar jogos, comentar nas redes sociais e consumir conteúdos simultaneamente.

De olho nessa tendência, fabricantes de tecnologia vêm investindo em aparelhos com telas maiores, taxas de atualização mais elevadas e baterias de longa duração. A Motorola, por exemplo, destaca que modelos premium lançados recentemente foram projetados para oferecer experiências mais imersivas durante transmissões esportivas, reunindo recursos avançados de imagem, som e desempenho.

Uma mudança que deve permanecer

Especialistas avaliam que a transformação observada durante a Copa de 2026 não se limita ao período do torneio. O crescimento das plataformas digitais, aliado ao avanço dos smartphones e da conectividade móvel, indica uma mudança permanente nos hábitos de consumo de mídia.

Cada vez mais, o celular deixa de ser apenas um dispositivo complementar e passa a ocupar o centro da experiência de entretenimento. Seja em casa, no trabalho, durante viagens ou em momentos de lazer, o smartphone se torna a principal ferramenta para acompanhar eventos esportivos, interagir com outros torcedores e consumir conteúdo em tempo real.

A Copa do Mundo de 2026 pode, portanto, entrar para a história não apenas pelos resultados em campo, mas também por consolidar uma nova forma de assistir futebol: conectada, móvel e cada vez mais digital.

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