Redação Portal Fatos do Iguaçu com DataFactory


BIOGRAFIAS / SELEÇÕES PARTICIPANTES


PAÍSES BAIXOS

Participações: 12 – Melhor colocação: Vice-campeão (1974, 1978 e 2010). Recorde na Copa do Mundo: 55PJ 30V-14E-11D (96GP-52GC). Mais PJ em Mundiais: Wesley Sneijder e Robin Van Persie (17). Mais gols na Copa do Mundo: Johnny Rep (7). Recorde nas Eliminatórias 2026: 8PJ 6V-2E-0D (27GP-4GC). Artilheiro nas eliminatórias 2026: Memphis Depay (8).

A Holanda disputou 11 Copas do Mundo e se consolidou como uma das seleções mais influentes e competitivas do futebol internacional, apesar de nunca ter sido campeã. Alcançou 3 finais mundialistas (1974, 1978 e 2010), sendo vice-campeã em todas, e deixou uma marca tática indelével com o histórico “Futebol Total”.

Sua etapa mais revolucionária no futebol chegou na Alemanha 1974, liderada por Johan Cruyff, quando transformou o jogo com um estilo dinâmico e inovador. Também foi protagonista na Argentina 1978 e voltou a uma final na África do Sul 2010, além de conseguir o terceiro lugar no Brasil 2014.


LENDAS DA COPA DO MUNDO DA FIFA


David Villa

Seus números em Copas do Mundo:

9 gols em 12 Jogos

Alemanha 2006: 4J – 3 gols. África do Sul 2010: 7 J – 5 gols. Brasil 2014: 1J – 1 gol.

Participou em 3 edições da Copa do Mundo com a Espanha (2006, 2010 e 2014) e se consolidou como um dos atacantes mais determinantes na história da Fúria Vermelha. Rápido, preciso e letal na área, foi uma peça-chave na era de ouro do futebol espanhol de 2008 em diante.

Seu momento ápice chegou na África do Sul 2010, onde marcou 5 gols em 7 partidas e foi a grande referência ofensiva da equipe campeã de Vicente del Bosque. Seus gols foram decisivos em fases cruciais, guiando a Espanha rumo à conquista do seu primeiro título mundial e consolidando sua figura no cenário global. Lá, ele conquistou a Bola de Bronze, a Chuteira de Prata e integrou a Seleção do Torneio de 2010.

David Villa encerrou sua trajetória mundialista com 9 gols em 12 partidas, tornando-se o maior artilheiro espanhol em Copas do Mundo. Seu legado combina eficácia, potência e um papel fundamental na geração mais vitoriosa da história da Espanha.


JOGOS INESQUECÍVEIS


Brasil 3-1 Tchecoslováquia – Final / Chile 1962

O Brasil confirmou seu domínio mundial ao conquistar seu segundo título consecutivo, mesmo sem a presença de Pelé na maior parte do torneio devido a uma lesão. A Tchecoslováquia surpreendeu ao sair na frente na final com gol de Josef Masopust, no entanto a reação brasileira foi imediata, demonstrando hierarquia e profundidade coletiva.

Amarildo empatou rapidamente e se tornou uma das grandes figuras da equipe ao substituir Pelé com sucesso. Depois, Zito colocou a Verde Amarela em vantagem e Vavá selou o 3-1 definitivo, coroando uma virada sólida e convincente.

O Brasil sagrou-se bicampeão do mundo, ratificando seu lugar como potência global. Com Garrincha como a grande estrela e um elenco repleto de talento, esta final consolidou a continuidade da era de ouro brasileira na história das Copas do Mundo.


Ranking Top Semifinales disputadas

Compartilhe

Veja mais