Redação Portal Fatos do Iguaçu com DataFactory
BIOGRAFIAS / SELEÇÕES PARTICIPANTES

EQUADOR
Participações: 5 Melhor colocação: Oitavas de final (Alemanha 2006). Retrospecto na Copa do Mundo da FIFA: 13 J | 5 V – 2 E – 6 D (14 GP – 14 GC). Mais jogos em Copas do Mundo: Édison Méndez (8). Maior artilheiro em Copas do Mundo: Enner Valencia (6). Retrospecto nas Eliminatórias 2026: 18 J | 8 V – 8 E – 2 D (14 GP – 5 GC). Artilheiro das Eliminatórias 2026: Enner Valencia (6).
O EQUADOR disputará sua 5ª Copa do Mundo da FIFA (estreou em Coreia/Japão 2002) e a 3ª consecutiva desde o Brasil 2014 em diante. Em 2002, conseguiu sua primeira vitória em mundiais na última rodada da Fase de Grupos contra a Croácia (1 a 0), com gol de Édison Méndez, o único jogador equatoriano que disputou 3 Copas do Mundo (2002, 2006 e 2014).
A Tri venceu ao menos uma partida em cada edição disputada e alcançou sua melhor campanha na Alemanha 2006, onde avançou pela primeira vez às oitavas de final após vencer a Polônia e a Costa Rica. Seu caminho terminou na fase eliminatória por uma cobrança de falta do inglês David Beckham. No Brasil 2014, não conseguiu superar a fase de grupos, enquanto no Catar 2022 protagonizou uma estreia histórica: vitória por 2 a 0 contra os anfitriões com dois gols de Enner Valencia, maior artilheiro equatoriano em Copas do Mundo (6 gols).
Para a Copa do Mundo de 2026, o Equador selou sua classificação como a seleção com menos derrotas (2) e gols sofridos (5) de toda a Eliminatória Sul-Americana.
LENDAS DA COPA DO MUNDO DA FIFA

Paolo Rossi
Seus números em Mundiais:
9 gols em 14 Jogos
Argentina 1978: 7J – 3 gols. Espanha 1982: 7J – 6 gols. México 1986: não jogou nenhum minuto.
Foi uma das figuras mais influentes da história italiana, com participação em duas Copas do Mundo (1978 e 1982) e um registro de 14 jogos e 9 gols.
Na Argentina 1978, ele mostrou lampejos de sua capacidade goleadora com 3 gols; no entanto, foi na Espanha 1982 que ele atingiu um status lendário.
O grande momento chegou na 2da. fase da edição de 1982, na qual Rossi teve uma atuação histórica com seu hat-trick contra o Brasil na vitória por 3 a 2, no estádio Sarriá, em Barcelona. Em seguida, marcou dois gols na semifinal contra a Polônia e abriu o placar na final contra a Alemanha Ocidental, completando 6 gols em 3 partidas decisivas.
Integrou a seleção ideal em 1978 e 1982. Foi eleito Bola de Ouro na Espanha 1982, edição em que também terminou como artilheiro do torneio (6 gols), liderando a Itália rumo ao seu 3º título mundial. No México 1986, ficou no banco de reservas em 4 oportunidades.
JOGOS INESQUECÍVEIS
Alemanha 3 x 2 Hungria (Final / Suíça 1954)

A vitória da Alemanha por 3 a 2 sobre a Hungria, em 4 de julho de 1954, conhecida como ‘O Milagre de Berna’, é uma das finais mais míticas da história das Copas do Mundo. A Hungria chegava como a grande favorita: acumulava 31 jogos de invencibilidade, havia goleado a Alemanha por 8 a 3 na fase de grupos e contava com Puskás, Kocsis e Hidegkuti. No entanto, os alemães, comandados por Sepp Herberger, protagonizaram uma virada histórica sob uma chuva intensa em Berna.
A Hungria abriu 2 a 0 rapidamente com gols de Puskás e Czibor, mas a Alemanha respondeu graças a Max Morlock e Helmut Rahn. O goleiro alemão Toni Turek foi fundamental com intervenções decisivas, especialmente em finalizações de Kocsis e Puskás.
Aos 84 minutos, Rahn selou a vitória 3 a 2 com um inesquecível chute de pé esquerdo. Puskás marcou nos acréscimos, mas seu gol foi anulado por impedimento. O triunfo alemão não só encerrou a sequência de vitórias da Hungria, como também marcou o primeiro título mundial da Alemanha.

Ranking de Artilheiros Sul-Americanos




