Francisco Carlos Caldas

Entre outras na nossa lista de mulheres bonitas, constam:  Adriana Esteves, Alessandra Negrini, Ana Paula Arosio, Angelina Jolie, Brooke Shields,  Bruna Linzmeyer, Bruna Lombardi, Bruna Marquezine, Camila Pitanga, Camila Queiróz, Carol Castro, Carolina Ferraz, Catherine Deneuve, Carla Perez, Claudia Leitte, Christiane Torloni,  Daniela Cicarelli,  Deborah Secco, Fernanda Lima, Elisabete Savalla, Elizsabeth Taylor, Fiorella Matheis, Flávia Alessandra, Giovanna Antonelli, Giovanna Ewbank Gisele Bundchen, Glória Pires, Grazi Massafera, Gretchen, Helen Ganzarolli, Iza (cantora), Isis Valverde,  Jacqueline kennedy, Jennifer Lopez, Joana Prado, Julia Roberts,  Lídia Brondi, Livia Andrade, Luana Piovani,  Luiza Brunet, Maitê Proença,  Maju Coutinho, Malu Mader, Maria Fernando Cândido,  Mariana Rios, Marina Ruy Barbosa, Marta Rocha, Naiara Azevedo, Nathalia Dill, Natália do Vale, Natália Guimarães, Olivia Hussey, Olivia Newton-John, Paola de Oliveira, Patrícia Pilar, Paula Fernandes, Princesa Diana, Regina Duarte, Taís Araújo, Sandra Bréa, Sheila Mello, Sonia  Braga, Sonia Lima, Suzana  Verner, Vera Fischer, Viviane Araújo, e os que se envolveram com elas, e não deve ter sido e ser fácil manter um relacionamento com as mesmas.

E algumas belezas físicas, de comodidades, mordomias, ostentações, glamour, são muito caras e muitas vezes incompatíveis com o patrimônio e renda que temos. E que de consolo fiquem  mulheres bonitas dessa linhagem, para os homens sem ou de pouca imaginação. Quando na década de 70, li a obra Dom Casmurro de Machado de Assis, nos encantamos por  Capitu. E ficamos abalados e inconformados, quando tomamos conhecimento de relacionamento de Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Maitê Proença,  Daniela Mercury,  com outras beldades de mesmo sexo.

Já ouvimos pessoas falarem do bom gosto de algumas casas da Colônia Entre Rios, de alguns locais de Guarapuava, do Morumby em São Paulo, de algumas casas de artistas como Marília Mendonça, Amado Batista, Eduardo Costa, Maiara e Maraísa, Simone e Simaria, Rodrigo Faro, Clodovil, Xuxa, mas temos o entendimento que mais que bom gosto, o que manda mesmo é “grana”, e mantê-las não são coisas fáceis e muitas viram “elefante branco”.

Hoje temos mais xodó, por casas mais simples no meio de bosques, pequenos apartamentos e até kitnets, de mais fáceis e menos onerosas manutenções e pagas.

Também carrões, camionetonas (belezas) são o sonho de consumo de muita gente, mas tem que se ter muita grana para mantê-los, pois, manutenções são caras, IPVA, seguro, e trocá-los a cada 4 anos, ou algo assim. E nos sentimos melhor e mais compatível termos uma Parati 86, uma F-1000 97, uma moto Honda/NXR150 Bros ano 2008, um Valmetinho do tempo do epa e uma bicicleta de um pouco mais de milão.

Entendemos como salutar buscar a beleza na simplicidade, e tem até aquela de quem ama o feio, bonito lhe parece.  E ainda tem o reforço de que  “O que somos contribui muito mais à nossa felicidade do que o que temos.” nas palavras de Arthur Schopenhauer, filósofo alemão – 1788-1860, e o “Quem não considera o que tem como maior riqueza, será sempre desditoso ainda que seja dono do mundo.” nas palavras de Epicuro, filósofo grego  que viveu nos de 341 – 270 a. C. E quem não zela do que tem não pode reclamar o que não tem.

O importante mesmo e para encerrar a reflexão, é o que cada um faz com aquilo que tem. Uns da liberdade, geram desgraças, transformam meios de transportes em armas e esquecem de que só é útil a coisa que nos faz melhores e nos dá paz; e na simplicidade há em regra muita beleza e sabedoria, como são as de espírito, e as que tiveram Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce;   como são  as das músicas: Franguinho na Panela, Meu Reino Encantado, Berço da Natureza, O Inhambu-xintã e o xororó,    esta última  do “Eu não troco o meu ranchinho amarradinho de cipó pruma casa na cidade, nem que seja bangaló.”, para contextualização.

(Francisco Carlos Caldas, advogado, municipalista e CIDADÃO)

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