PAZ e UNIÃO

Temos priorizado nos últimos tempos reflexões sobre paz em todos os seus aspectos, mas principalmente de espírito, que só se consegue, se as coisas estiverem bem com a família, vizinhos, escola, igreja, sua atividade econômica e profissional, com instituições, ordem jurídica (leis) e também autoridades constituídas.

Do que a paz decorre, já dá uma ideia   de que a questão não é tão simples assim. E fica mais complexa e delicada, se você tiver que enfrentar no dia a dia, doenças psicossomáticas, depressão, biporalidade, ansiedade, transtornos obsessivos compulsivos-toc, e até os só estressadinhos, pois, é um muito difícil você ser paciente para com as mesmas pessoas e  atos todos os dias, e que tenha como inadequados.

Boas leituras, boas conversas, boas companhias, são fundamentais para uma boa e construtiva caminhada para manter ou buscar PAZ.

Até a internet, facebook, bem utilizada nas horas de descanso e lazer, são muito úteis a paz. Nos poucos momentos que nos sobra de trabalho e dormida/sono, temos ouvido e visto vídeos de mensagens, falas de Mario Sérgio Cortella, Leandro Karnal e outros, e de músicas dos anos 60, 70, jovem guarda, e outras clássicas e sucessos do passado e atuais, que vão da linha Baitaca, Mano Lima, Pedro Ortaça, Monarcas, Serranos, ao Padre Zezinho,  Paula Fernandes, ABBA e André Rieu.

A PAZ da presente reflexão, também não é aquela dos cemitérios, em que em lápides não há maus, e mortos (visagens) não incomodam ninguém.

Conflitos entre vizinhos e por questões de posse de terras, desencadearam  no dia 22/09/17, mais  4 homicídios e mais sequelas de insegurança em Pinhão

E na política e democracia, para maior paz, união e relacionamento virtuoso há que se ter muito respeito com as leis, instituições, autoridades de verdade,  tolerância as diferenças, ideias, posicionamentos e liberdade dos outros. Mas tudo tem que ser com muita responsabilidade e seriedade. Nessa linha, no dia 16/9/17 lemos um texto interessante intitulado “Entre DEMOCRACIA e a PANCADARIA”,  publicada na Revista Republicana edição 41 de julho/17, a lavra de Fernanda Caprio, uma advogada eleitoralista, que entre outras coisas disse “Não temos que nos digladiar, temos que defender a ética”. E também numa análise do projeto das “10 Medidas Contra a Corrupção”, aborda com muita propriedade, que essas coisas não envolvem só os agentes políticos, mas também o próprio povo. Dos citados textos, também reforçamos posição, de que também as pessoas do povo, tem que respeitar as regras, as leis, as instituições consagradas, poder discricionário de autoridades,  enfim  a ordem jurídica, e planejar melhor suas vidas, pois é também feio e vulgar, ainda que mais tolerável, manifestações raivosas, de ira, ódio, de vingança, xingamentos que são feitos nas Redes Sociais, facebook, diante de quaisquer interesses contrariados ou serviços que por uma circunstância ou outra não saiu à contento de suas expectativas, ainda que de  necessidades. Agora é evidente que os que estão numa função pública, têm que ser referências/exemplos, e instituições, escolas, igrejas, associações, pólos irradiadores de boas novas e transformações e aperfeiçoamentos que se façam necessários.

(Francisco Carlos Caldas,   advogado,  e cidadão pinhãoense)

E-mail “advogadofrancal@yahoo.com.br”

 

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