Capa e Editorial da Edição nº: 853

É noticia…

Infelizmente o que mais atrai as pessoas a lerem o jornal ainda são as notícias de fatos ruins, negativos. Quando se pensa em noticia, as pessoas logo falam em novidades, em fatos de grande vulto. Mas, se agente for olhar bem de perto os jornais, verá que as notícias são muito mais do cotidiano das pessoas.

Sim, é o cotidiano que faz a vida acontecer. Nessa edição, temos algumas reportagens que mostram bem isso, o cotidiano, uma delas é a 8ª Conferência dos Direitos das Crianças e Adolescentes. Essa reportagem é comum acontecer a cada doisanos, e que bom que ela acontece, isso indica que a população está preocupada com as novas gerações.

Essa, em especial,foi marcada por um fato negativo – a pouca participação da sociedade em geral e das secretarias do governo.Fato que já ocorreu na Consulta Pública do PME. Isso não é nada bom, em relação à sociedade, mostra que as pessoas não andam querendo se comprometer, e sem compromisso, não há a transformação para o bem comum. Em relação ao governo indica que as secretarias não estão integradas e isso é sinal de alerta, pois é a interligação e o planejamento do todo que de fato vai trazer desenvolvimento e crescimento para o município.

O ponto positivo, é que os poucos jovens que foram, se envolveram, participaram,interagiram. Quem sabe a próxima geração terámais claro o quanto é preciso pensar e refletir coletivamente os problemas sociais. Outra reportagem que traz o cotidiano é a formatura do Proet. Ensinar aos pequenos o respeito no trânsito é proteger vidas, é diminuir o índice de mortes.

Ah, mas temos os pessimistas de plantão que vão dizer, só que até essa galerinha chegar lá, muita gente vai morrer e muitos deles vão esquecer o que aprenderam. Um alerta aos pessimistas, criança cobra, chama atenção dos pais quando eles vêm os pais abusar no trânsito, ou seja, eles ensinam. Com certeza, alguns se perderam na caminhada, mas a grande maioria será, com certeza, motoristas mais atenciosos e respeitosos no trânsito.

Escutem a voz da experiência, oito anos passam rapidinho, quando se piscar, essa turma de formandos já estará na boleia dos seus carros. Se as famílias e a sociedade continuarem dando a eles bons exemplos e incentivando-os a pensarem no bem comum, com certeza eles serão ótimos motoristas e ainda, melhores cidadãos.

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