Atletas de Pinhão participam da Meia Maratona das Cataratas

Entre os maratonistas, Neli Beltrame, que trouxe o troféu de primeiro lugar

 

No dia 10 de junho de 2018, na 11ª Edição da Meia Maratona das Cataratas  em Foz do Iguaçu, a prova contou com a participação de quatro mil atletas, entre estes, um grupo de 18 pessoas da equipe SmartRun representaram o Município de Pinhão, sendo 16  participantes no Desafio 8k – 8 km: Juliana, Simone, Nédia, Adriana, Sheila, Regiane, Deyse, Helen,  Eli, Jean, Adriano, Bia, Marcos, Stela, Neli e Roberta e 2 representantes na Meia Maratona – 21km: Paulo Nerone e Luis Fernando.

TROFÉUS

Este é o segundo ano que o grupo participa da prova e trazem alguns troféus para o Município.

No desafio 8km, quem trouxe troféu foi Jean Carlos Pacheco Ramos – 1º colocado na faixa etária 25-29 anos, na de 55 a 59 anos, Mariluci Ferreira Caldas, a Nena, veio com o troféu de 5º lugar .

Na Meia Maratona 21km, Pinhão marcou presença o jovem Luis Fernando A. Silva, que ficou em 3º lugar na faixa etária de 20-24 anos.

A corredora Juliana Ribeiro fala entusiasmada que a participação na prova, além de proporcionar um contato com a natureza, favorece a prática de esporte como incentivo à qualidade de vida e superação dos próprios desafios, fortalece laços de amizade e faz novos amigos. Os fatores motivacionais entre os praticantes da Corrida de Rua são Companheirismo, Amizade e União. ”Parabéns a todos e Bora Correr”, convida Juliana.

ESPORTE NO DNA

Entre os apaixonados pela corrida, está a empresaria Neli Marin Beltrame, que na Meia Maratona de Foz do Iguaçu ficou em 1º lugar na categoria 8Km, na faixa etária  60 a 65 anos.

Com o tempo que ela percorreu os 8km em Foz do Iguaçu, ela poderia ter subido ao pódio em 4 categorias, inclusive na categoria até 19 anos ficaria em primeiro lugar, de 20 a 24, o terceiro e nas categorias que são mais disputadas, que estão até os profissionais, ela ficaria entre os 9 primeiros a chegar.

Neli e seus troféus | Foto: Nara Coelho/Fatos do Iguaçu

A diferença de tempo entre ela  e a corredora que ficou em segundo lugar foi de 3 minutos.

Mas correr para Neli é prazer, ela diz com muita convicção, que na realidade ela não vai para competir, mas para aproveitar, se deliciar com a paisagem e com a companhia dos amigos, “eu vou para curtir, nem me lembrava que tempo que tinha feito o ano passado, não corro preocupada com o tempo ou pódio, tem gente que vive disso, eu fui para aproveitar a paisagem é maravilhosa, além da mata a catarata nos acompanha o tempo todo do percurso”. Conta Neli em puro entusiasmo.

ESTÁ NO SANGUE

Neli tem no DNA, o gosto pelo esporte essa empresaria que hoje está com 61anos  é mãe coruja do Jonathan, Cassiano e João hoje profissionais que ela se orgulha muito e uma avó apaixonada pelos neto Francisco e as netas Marilena e Luiza, é amante do esporte desde  sempre com diz ela. “O esporte faz parte da minha vida, minha mãe lembra que quando eu chegava da aula e ia estudar eu estudava fazendo abdominais”, conta Neli entre risos.

PAIXÃO PELO VOLEI

Além “da corrida Neli pratica o voliebol, na realidade no caso dela é a paixão pelo vôlei, a corrida veio depois,” A minha paixão maior é o vôlei, amo, jogava muito o vôlei de areia, o pessoal dispersou, jogo vôlei de quadra, duas vezes por semana, há mais de trinta anos e a corrida é um novo amor” explica a atleta.

VÁLVULA DE ESCAPE

Neli passou pela tragédia te ter seu marido o veterinário João Beltrame, assassinado, ela conta que a corrida veio como uma válvula de escape, como uma verdadeira terapia, “Foi à terapia que me ajudou a conviver com a ideia da perda, a corrida nos enche de adrenalina e endorfina, nos proporcionando ao final da corrida um grande bem estar”, contou a empresaria e complementou, “Quando batia a tristeza eu saia para uma corrida e a tristeza ficava pelo caminho e vinha uma sensação de bem estar. Começou como terapia, virou habito hoje é vicio” contou Neli aos risos.

PRIMEIRA CORRIDA

Neli conta que sempre teve uma rotina desportiva, a ideia foi sempre manter mente e corpo sã. Ela além do vôlei duas vezes por semana, vai a academia e quando sobra um tempinho ela faz uma caminhada. “Eu tinha o hábito de correr na praça com a minha cadela Dora isso a mais de dez anos, mas só uma dez voltas. O Sandro resolveu fazer uma corrida pela academia com dois percursos um de 4km e um era de trevo a trevo, 6km,  nesse só foi eu, o Paulo Nerone e o Paulo Basílio”.contou a empresaria e detalhou, “Nessa corrida  na descidona do trevo, o Nerone estava bem na frente e ele olhou para trás me viu e continuo, quando cheguei eu disse para ele “olhou pra trás e disparou me deixou sozinha”, ele deu aquela gargalhada e disse “fiquei com medo que você me passa-se” e outra gargalhada”  relembrou Neli

CADA CORRIDA UM TROFÉU

Na lareira da sala da maratonista, o que se vê são troféus, pois em todas as corridas que ela participou trouxe um.

O primeiro foi ganho no Pinhão numa corrida organizada pela Academia Reabilitare, “depois dessa corrida que fizemos por brincadeira o Sandro organizou um circuito oficial na rua, que inclusive veio maratonistas de outras cidades e eu fiquei em 4º lugar geral e dali para frente me animei e em todas que participei me classifiquei e trouxe um troféu e quase todos primeiro lugar”, conta faceira a maratonista.

SAÚDE EM PRIEMIRO LUGAR

Quando comentamos que o resultado desses troféus é a rotina de treino ela coloca que sim, mas que a rotina de cuidado que inclui musculação na academia, três vezes por semana uma boa corrida na esteira e uma vez por semana na rua e duas vezes por semana vôlei é uma preocupação com o corpo e a mente, de mantê-los  saudáveis, os troféus é uma conseqüência, “O meu trabalho exige uma preparação, porque carrego peso, ando muito e fico muito em pé, assim preciso me preparar se não, não dou conta” e entre risos complementou é preciso preparo para correr atrás dos netos.

RECOMENDA

Ela fica séria quando fala de saúde e reforça que o foco é a saúde e tudo o restante vem como conseqüência, “Eu sempre penso na minha saúde e o esporte é muito benéfico, uma atividade física é fundamental eu recomendo e incentivo quem eu posso,  inclusive na minha última consulta a médica me disse” teus exames é de uma pessoa de trinta e cinco a quarenta anos”, esse é o grande troféu” declarou Neli

DEMOCRÁTICA, VICIANTE E SEM LIMITE DE IDADE

Neli participa do grupo de corrida SmartRun, e o grupo é eclético tem pessoas de várias idades de 18 a mais de 60, profissionais de várias áreas, pois a corrida segundo ela é democrática aceita todos. Quando indagada se uma pessoa pode começar a correr depois dos 60 anos,  ela afirma rápido, “ Não tem idade, é só querer é só começar e ter persistência. No inicio poder ser meio sofridinho, mas se tiver um pouco de persistência o resultado é uma saúde excelente” mas lembra entre risos  “Cuidado é altamente viciante”.

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